Sagitário Viver pela Liberdade



Para entender o mito sagitariano, partiremos da iniciativa de Réia em substitui-lo por uma pedra para que fosse devorado pelo pai. Natural que o sagitariano tenha certa submissão a figura feminina. Ele terá na figura do pai o centro do seu idealismo e como tal inatingível. Isso redundará na necessidade de ser muito masculino, seguido da decepção de não alcançar a expectativa. Precisará se ligar com o psiquismo feminino, para estabelecer o equilíbrio necessário para se desenvolver. É interessante observar na mitologia, que Zeus (Júpiter) permanece ligado a Hera, apesar das inúmeras aventuras extra-conjugais e ela por sua vez passava a odiar profundamente o fruto do amor de seu esposo com deusas e mortais.


O primeiro fruto do casamento

entre Zeus e Hera será Ares (Marte),



o deus da iniciativa, vontade, impulso e guerra. Será através do casamento que ele se vinculará com o feminino, mesmo que ele tente escapar desse vínculo indissolúvel, através das incontáveis amantes, enquanto Hera respondia com brigas, punições e vinganças. No entanto ela o aceitará após cada situação desafiadora, até mesmo para poder voltar a puni-lo. O comportamento sagitariano  de procurar liberdade a todo o custo pode contribuir para ele desenvolver a atitude de separar-se mesmo que procure o casamento para se fundir ao feminino. O sagitariano procura esse tipo de relação para poder ficar vivo ou livre.