LEÂO - Parsifal






Na idade média, Von Eischenbach escreveu Parsifal, descrevendo a epopéia de um jovem que busca encontrar o cálice no qual José de Arimatéia teria recolhido o sangue de Cristo durante a crucificação. Este cálice seria o  Santo Graal. Parsifal brincava no bosque perto da casa onde vivia com sua mãe, quando se aproximam alguns cavaleiros reais que estavam em busca do Graal. Ele quis juntar-se ao grupo em sua busca e comunicou a mãe, que quis impedi-lo. Mas Parsifal tem a sua vida ligada ao alcance de um ideal e não à mãe, partiu assim mesmo. Ela morrerá de tristeza por isso. Seguindo os cavaleiros, Parsifal defrontou-se (sem nenhuma razão aparente com um Cavaleiro Vermelho, o derrotou e passou a usar a armadura sagrando-se cavaleiro.



 A seguir, ajudou uma jovem a atravessar o rio e dela recebeu como prêmio, um anel, sem dúvida, dada a simbologia da cena, tratava-se da sua iniciação sexual. E um pouco adiante, sem esperar, deparou-se com uma enorme extensão de água, no meio da qual um velho pescava, mas sobre a qual se via nenhuma ponte ou forma de travessia.Parsifal questiona o velho pescador se ali seria o fim de todos os caminhos para o Castelo do Graal, até então algo completamente desconhecido por ele. Para chegar ao castelo, nosso herói, atravessou uma larga faixa de terra que, mesmo fértil, estava completamente devastada e improdutiva. Logo que chegou ao castelo, compreendeu: seu rei, que na verdade era o mesmo pescador que encontrara antes, tinha sido ferido na altura do fígado (simbolicamente associado a Júpiter, ou Zeus, e sua capacidade de mobilizar poder criativo e era perpetuamente mantido assim.